terça-feira, 28 de outubro de 2014

POR SAPATOS (E AMORES) QUE NÃO MACHUQUEM

Amores são como sapatos: os melhores são os que machucam. Quanto mais nas alturas eles nos elevam, mais duro é voltar a ter os pés no chão quando a festa termina.
Não é bem assim.
De que adianta viver rodeada de scarpins salto 15 se eles não foram feitos para dançar a noite inteira? E a história se repete. É descer do salto e andar de pés descalços sujeita a cacos de vidros no chão. Pois, é melhor correr o risco de se cortar do que parar de dançar, não é?
Sapatos (e amores), também precisam ser do número certo. Os maiores são frouxos, sobra muito espaço vazio, abandonam os pés e se fazem perder pelo caminho. Os menores apertam, sufocam, fazem sangrar e causam feridas pela falta de liberdade. De ambos os jeitos, exigem cuidado demais a cada passo para evitar tropeços no primeiro paralelepípedo. Dificultam a caminhada. Tornam impossível pegar a estrada e seguir adiante.
Não adianta se contentar com o “quase serviu”. Sapatos, assim como amores, não mudam seu jeito de ser só porque nos apaixonamos por eles.
Sapatos (e amores) precisam ser confortáveis, companheiros para enfrentar a caminhada junto. Precisam nos encorajar a trilhar um caminho leve, sem dor. Alguns se desgastam com o tempo, outros cedem e se rompem. Tudo bem. Aquele sapato (ou seria amor?) simplesmente não serve mais.
A busca hoje é esta. Por sapatos e amores que não machuquem e que nos levem cada vez mais longe.

Por Luiza Garmendia

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

O DEBATE

Para quem não viu o debate, acompanhe em Versos...

Foi um debate engraçado
Farpas pra todos os lados
Um, defendendo o que sonha
Outro, pensando em maconha

Não parecia debate
Tampouco, propostas havia
Era gente batendo em “genro”
Era “genro” batendo em tia

Caderno grandão, de “cursinho”
No púlpito não ficou sozinho
Recorre aos textos, então
Quem quer a reeleição

Veja, o assunto da hora
Quase sempre não mudou
Um, de um lado, acusando
Outro: “corrupto não sou”

Teve Baixinho raivoso
Enquadrando o “povo” teimoso
Mulher assanhada e arengueira
Retrucando e falando besteira

Até mesmo o mediador
Viveu momento de atrapalho
Coitado do pobre eleitor
Como escolher a “carta do baralho”?

Programa, que é bom, não se viu
Coitado do nosso Brasil!
Que fica a mercê de “conversas”
Envolto em falsas promessas

E agora, o que vamos fazer?
Pro cidadão, votar é preciso!
No meio desse bando de “loucos”,
Escolhamos o que tem mais “juízo”!

(por Osiran Lima)

MUITO IMPORTANTE

           "De acordo com os dados mais recentes do DataSUS, do Ministério da Saúde, referentes a 2018, o País apresenta por dia ...

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