segunda-feira, 29 de setembro de 2014

ALTRUÍSMO

O altruísmo ainda é uma das características mais importantes para o crescimento de uma sociedade organizada e em harmonia. Pensem nisso!

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

A GRANDE FAMÍLIA



   Após 13 anos no ar, a última temporada de A Grande Família começa nesta quinta, na RBSTV, às 22h30min. E vem com uma ameaça ao bem-estar do lar dos Silva e dos Carrara. A aventura de Nenê (Marieta Severo) e Lineu (Marco Nanini), que navegam a bordo do barco construído pelo ex-fiscal, está custando caro à família. Tomada por sujeira e bagunça, a casa reflete o descuido que Bebel (Guta Stresser) e Agostinho (Pedro Cardoso), tiveram na ausência dos patriarcas.

   Leia depoimento do roteirista gaúcho Max Malmann sobre a emoção da equipe ao encerrar o ciclo d'A Grande Família.

   A família e eu

  17 de março. Na sala dos atores, Marco Nanini mostra sua cópia do roteiro, toda sublinhada com caneta pilot, ao diretor Luís Felipe Sá, para discutir os tons e nuances do Lineu naquele episódio. Acompanho de longe, enquanto devoro os sanduichinhos do bufê. De vez em quando, até dou palpites. Meu nome está na capa do roteiro, e tem estado desde 2005. Nove anos. E, ainda assim, me considero novato.

   "A Grande Família" chegou em preto e branco às tevês brasileiras em 26 de outubro de 1972, escrita por Max Nunes, Oduvaldo Viana Filho, Armando Costa e Paulo Pontes, dirigida por Milton Gonçalves e, mais tarde, por Paulo Afonso Grisolli. Era adaptada de um seriado americano chamado All in the Family, o qual, por sua vez, foi adaptado do seriado britânico Till Death Us Do Part. Com 112 episódios, foi ao ar até março de 1975. Jorge Dória era Lineu, Eloísa Mafalda era Nenê.

   Em 1987, foi exibido um episódio especial de Natal, escrito por Marcílio Moraes, mostrando o que havia acontecido com os personagens nos doze anos anteriores. Nesse episódio, Bebel (vivida por Cristina Nunes, filha de Max Nunes) estava separada de Agostinho e encontrava um novo amor, o qual, por uma estranha coincidência, era interpretado por Pedro Cardoso, que anos mais tarde, na nova versão do seriado, se tornaria célebre como Agostinho Carrara.

   Passou algum tempo, mudou o milênio e, em 29 de março de 2001, estreou o remake de "A Grande Família" concebido por Guel Arraes e escrito por Cláudio Paiva, Bernardo Guilherme, Marcelo Gonçalves e Adriana Falcão. A direção geral coube, na primeira temporada, a Mauro Mendonça Filho, que foi substituído por Maurício Farias e, mais tarde, por Luís Felipe Sá. Mauro Wilson é, atualmente, o redator final.

   Entro no estúdio durante um pequeno intervalo nas gravações. A diretora Olívia Guimarães pede silêncio. A família está em volta da mesa. Olívia dá as últimas instruções, corrigindo milimetricamente uma marca ou outra, e manda gravar. De repente, no estúdio, não existe estúdio. Não existem atores. Existe a família Silva e seus agregados, vivendo suas questões. Lineu, Nenê, Agostinho, Bebel, Tuco, Floriano, Paulão... Eles estão vivos, tanto ou mais do que eu ou você.

   Anoitece. Vamos todos para a entrevista coletiva que anunciará esta temporada, a décima quarta, como a última do seriado. O episódio final será o de número 489.

    Há mais sanduichinhos e outras guloseimas para os repórteres, além de sucos em jarras com formato de abacaxi. Guel, Felipe, Mauro, Adriana, Guta, Marieta, Nanini, Evandro, Tonico, Pedro e Marcos começam um bate papo que leva os jornalistas, e até alguns dos autores, a verterem algumas lágrimas. A Grande Família vai acabar.

   Ao final, posamos todos para uma última foto. Atores, diretores e autores. A família é grande. Sempre vai ser.

                                                                                                Max Malmann

domingo, 7 de setembro de 2014

A UNIVERSIDADE

Existem bastantes universidades espalhadas pelo mundo. Muitas com certificação internacional de qualidade, algumas delas conhecidas pelos estudos milenares que desenvolveram ao longo da história humana.  Existem nessas universidades múltiplos cursos das mais diversas áreas do conhecimento, que cuidam de pesquisar questões importantes, capazes de resolver problemas, ampliar conhecimentos, atenuar conflitos, buscar novas descobertas, minuciosas ou não, e que de alguma forma exerce uma influência na história social humana e desperta, através de valores científicos, para um mundo novo e muitas vezes desconhecido da maioria. É para esses fins que existem tantas universidades espalhadas pelo mundo. Mas existe gente que informalmente procura especializar-se em áreas, que muito embora tenham tudo a ver com as relações entre os seres humanos, não necessariamente requerem conhecimentos científicos. A arte da sedução.
Da mesma forma como se estudam disciplinas, homens e mulheres são também estudados pelos sedutores. A fragilidade, a carência e as necessidades individuais são analisadas e usadas para benefício desse tipo de “especialista”. Alguns deles, por serem casados ou já terem desenvolvido uma espécie de “graduação sexual”, já dispõem de conhecimentos suficientes do sexo oposto que lhes permitem alcançar a intimidade alheia com extrema desenvoltura. Nem o mais forte dos seres é capaz de prever o grau de intencionalidade maliciosa do sedutor que lhe beija a mão, até mesmo porque uma de suas virtudes, diga-se de passagem, é a paciência. Baixar a guarda, nesse caso, é o sinal de que se pode acelerar o processo de conquista.
O campo a ser desbravado, a dificuldade de acesso ao coração, o esforço maior ao se procurar entender a mente da pessoa desavisada e claramente carente, servem de estímulo para esse tipo de estudioso que insiste em procurar “alvos” em velórios, igrejas, escolas, festas, teatros, cinemas e shoppings, dependendo do “curso” com o qual encontra-se envolvido.
Certa vez, um empresário, muito boa pinta, inteligente e atencioso aproximou-se de uma mulher, funcionária de sua empresa de cosméticos, estabeleceu um diálogo aparentemente desinteressado e mesmo sabendo que a mesma era casada há mais de cinco anos, traçou o seu plano de conquista. No alto dos seus 45 anos, 17 de casado, três filhas lindas, uma bela esposa formada recentemente em arquitetura, 8 anos mais nova e uma vida financeiramente equilibrada e próspera, no campo sentimental (ou seria moral?) ainda lhe faltava alguma coisa. Após alguns conflitos matrimoniais motivados pelos seus deslizes, o casamento andava estável há algum tempo.
Dois anos se passaram desde a primeira conversa que tiveram naquele verão de 2000. A moça, antes tão recatada e emocionalmente resolvida já estava totalmente envolvida pelo seu chefe. Os problemas financeiros, as crises no casamento, os maus tratos do marido, o fato de não ter conseguido engravidar após tantas tentativas, o afastamento da igreja e a falta de tempo para estudar (não conseguiu concluir o ensino médio por causa do casamento), foram características fortemente exploradas pelo habilidoso sedutor que lhe apresentava a possibilidade de viver exatamente o oposto, com a velha desculpa de que estava em fim de relacionamento porque as coisas também não iam bem em sua casa...
Foi então, que após algumas tentativas frustradas finalmente ela decidiu aceitar seu convite para sair e após bebidas caras e um jantar romântico nunca antes proporcionado a sua mulher, o empresário decidiu levá-la a um motel. Tudo estava perfeito naquela noite. Suas filhas tinham viajado, a esposa foi dormir com a mãe doente e o esposo de sua funcionária precisou fazer hora extra na fábrica em que trabalhava. Tudo conspirava para que a noite do casal fosse regada a muita bebida, sexo e prazer. Mas algo deu errado. Ao chegarem em frente ao apartamento mais caro e luxuoso do motel, a mulher, filhas e o esposo de sua funcionária estavam parados, olhando para o carro que lentamente diminuía sua marcha.  Sua esposa monitorava há algum tempo o relacionamento do marido com a empregada e armou a cilada. Chegava ao fim um “TCC” que durava dois anos de preparação...

É... Muitas vezes, na área da sedução, os graduandos, os que estão fazendo especialização, os mestrandos ou os doutorandos esquecem-se que não basta ter experiência, tempo para dedicar-se a um bom projeto, ideias relevantes, orientador renomado ou referências bibliográficas interessantes. No campo humano, o momento da defesa de tese é sempre imprevisível, porque o imponderável pode acontecer a qualquer momento. E do outro lado de sua defesa existe uma banca que nem sempre perdoa certos erros de conduta ou certas falhas de caráter...

sábado, 6 de setembro de 2014

SEXO!

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MUITO IMPORTANTE

           "De acordo com os dados mais recentes do DataSUS, do Ministério da Saúde, referentes a 2018, o País apresenta por dia ...

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