sábado, 23 de abril de 2011

DESCOBRIMENTO


A infância é um momento interessante para todos os seres vivos. Momento em que a diversão e a despreocupação com o futuro são marcas constantes do cotidiano infantil. O aprendizado acontece com grande velocidade e acentuada precisão de acordo com os interesses principalmente dos pais. Mas acima de tudo isso, é um momento de descobertas.
Existe coisa melhor do que desbravar o desconhecido? Experimentar novas sensações e prazeres? Dar de cara com o incomum e ser apresentado a ele só depois do seu desfrute? Contemplar as belezas de um novo mundo, até então, inatingível, indescritível, inimaginável?
Tem gente que mesmo depois da infância não desiste de galgar caminhos que fascinam, exatamente pela falta de noção do que aparecerá do outro lado da curva. Mesclando boas e más descobertas, a vida vai ficando recheada de mistérios a serem decifrados, sabores a serem provados, aromas a serem desfrutados, lugares a serem conquistados e amores a serem experimentados de todas as formas e em todas as posições.
511 anos atrás, exploradores, aventureiros, conquistadores, ou o que sua mente quiser classificar, de acordo com o seu conhecimento de mundo (sem trocadilhos!), chegavam ao nosso país dispostos a colonizar/explorar, meio que “por acaso” e encantaram-se com as  riquezas desse lugar acolhedor, ecologicamente preservado, com bastante água, tesouros escondidos e visíveis, e a partir de então, não havia mais como voltarem para as suas terras fracas, exploradas ao extremo, sem perspectiva de crescimento, sem preservação. Desenhava-se um novo mundo para os gananciosos, ambiciosos e outros perniciosos osos.
Não entraremos no mérito (ou demérito) da questão, o importante é que hoje moramos em uma nação cuja credibilidade é constantemente questionada devido ao forte apego       que o povo brasileiro até hoje tem a este passado, cuja lembrança faz renascer em alguns decepção, em outros tristeza pela maneira como fomos colonizados e em mais alguns indiferença, afinal, já faz mais de meio milênio que o descobrimento aconteceu.
Eu, porém, quero olhar para trás apenas com a finalidade de entender certos dilemas pelos quais passamos hoje, imaginar que posso fazer de meu país um mundo novo no futuro de acordo com o meu presente. Posso garantir um Brasil diferente para meus filhos de acordo com as escolhas que faço no presente, não posso viver me queixando de que sou fruto de um passado de exploração sem limites para justificar meus atos de exploração do trabalho infantil, ou de um passado de escravidão, esquecendo-me da humilhação pela qual faço passar meus subalternos, ou viabilizar a minha corrupção, como sendo um retrato das corrupções que meu povo se sujeitou e se sujeita ainda hoje.
Eu tenho de pensar que serei culpado pelas mazelas do Brasil em 2012, 2022, 2100, etc. Quem faz um futuro melhor sou eu. Não adianta jogar a culpa nos que passaram, especialmente nos portugueses. Tentar compreender o passado para mudar o futuro deve ser o objetivo de todos os que de algum modo ainda tem um pouco de criança no seu viver e que procuram dessa forma descobrir mundos novos de encanto, magia, sobriedade, respeito e muito amor.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

A COVARDIA

Por que será que as pessoas tendem a descontar nos mais frágeis as raivas que adquiriram de outrem? Até hoje vejo como ato de covardia atacar, prejudicar, bater ou descontar em uma pessoa inocente a revolta por outra pessoa, que indefesa, nada pode fazer.
Esta é uma marca humana extremamente triste que me deixa consternado, principalmente quando ao invés de ser mero espectador, torno-me não o autor da covardia, mas o alvo substituído pelo inocente.
Segundo o dicionário Aurélio, covardia significa Falta de coragem, pusilanimidade e de acordo com o livro mais importante que existe, a Bíblia, em Josué 1,9: “Sou Eu que te ordeno que sejas firme e corajoso. Portanto, não tenhas medo e não te acovardes, porque Javé teu Deus está contigo em qualquer lugar para onde vás”. E ainda analisando a frase célebre de Goethe  “Covarde só ameaça quando se acha em segurança.” Percebe-se que tudo conspira contra essa classe de pessoas (que na minha humilde opinião não tem classe nenhuma), entretanto, estamos longe de ver o fim de atitudes que não apenas desagradam aos seres humanos mais evoluídos, mas também ao Seu Criador.
Unamos forças com valentia e amor ao próximo para extirparmos atos de covardia e falsa moralidade! Mesmo sabendo que isso nunca terminará enquanto aqui vivermos, nunca desistamos de lutar. Esse deve ser o lema dos corajosos e dos que primam pelas boas práticas! Você se encaixa em que perfil?

sexta-feira, 15 de abril de 2011

SÃO PAULO

      Tradicionalmente quando eu decido falar a respeito desse tema, meus amigos mais próximos já sabem que vou exaltar o tricolor paulista, um dos melhores do mundo, o maior vencedor brasileiro de competições internacionais e um dos maiores em se tratando de competições nacionais, mas meu intuito é mencionar nesse espaço minha alegria em poder conhecer o Estado mais importante e mais rico economicamente do país na próxima semana. Ele ocupa uma área de 248.808,8 quilômetros quadrados, sendo pouco maior que o Reino Unido, daí se pode entender que não dá pra falar do Estado sem ser no superlativo. Em se tratando de unidade de população só perde na América do Sul para o próprio país e ligeiramente para a Colômbia.
      São Paulo não é conhecido só pelo esporte, pelo poder econômico, pela população absolutamente heterogênea, composta de mais de três milhões de imigrantes, de 70 diferentes nacionalidades, ou pelos seus 80 Shopping Centers, mas também pelo incentivo à cultura e ao resgate histórico de toda a produção artística brasileira. É o caso do Museu  de Arte de São Paulo (MASP), do Museu da Língua Portuguesa e do Museu de Arte Moderna.
     Não podemos esquecer de mencionar a importancia das universidades, já que lá se encontram algumas das melhores do país como a USP, UNESP, UNICAMP, UNASP, PUC, entre outros. Este último terei a oportunidade de conhecer mais de perto na apresentação que farei do trabalho "DESENVOLVENDO CIDADANIA NO CAMPO: DIFICULDADES E PERSPECTIVAS DA EDUCAÇÃO EM UM ASSENTAMENTO" no 25º Simpósio Brasileiro de Política e Administração da Educação e no 2º Congresso Ibero-Americano de Política e Administração da Educação, em ocasião do Jubileu de Ouro da ANPAE da qual sou sócio. O tema central Políticas Públicas e Gestão da Educação: construção histórica, debates contemporâneos e novas perspectivas será objeto de estudo e debate em dezenas de reuniões e assembleias, conferências, mesas redondas, sessões especiais, comunicações de ensaios e pesquisas e relatos de experiências, agrupadas em torno de quatro eixos temáticos: política educacional e gestão escolar; política educacional e gestão da educação superior; política educacional na dimensão da diversidade cultural e da justiça social; e política educacional e os profissionais da educação. Estimulante, não? Espero poder voltar no início do próximo mês culturalmente mais rico e com bastante energia intelectual!

(Fonte: Portal do Estado de São Paulo)

domingo, 10 de abril de 2011

HIPOCRISIA

Falar sobre a hipocrisia é um tanto quanto difícil. Não estou sendo hipócrita ao mencionar que todos nós, de uma forma ou de outra, em um ou em outro momento de nossas vidas já o fomos. Sei o quanto é difícil também reconhecer que a hipocrisia em determinadas circunstâncias já fez parte de nossa história e que continuará fazendo, dependendo da necessidade. Já dizia o Duque de La Rouchefoucauld,  um dos maiores escritores moralistas do século XVII na França, que a "Hipocrisia é a homenagem que o vício presta à virtude." Bastante preciso fez de suas máximas e epigramas, um retrato de sua condição de pessimista, que buscava constantemente elevar sua baixa autoestima por meio de dissimulações e fingimentos manifestados com atos de bondade e compaixão. Não é a toa que sua obra influenciou outro grande nome da nossa história mundial: Friedrich Nietzsche.
Mas, afinal, o que nos faz distinguir um hipócrita de um não hipócrita? Eu diria que apenas três aspectos são suficientes para desconcertarmos um hipócrita: Tempo, convivência e conhecimento de causa. Com o tempo vem a experiência, a possibilidade de um considerável aumento da malícia, da perspicácia e da certeza de que não seremos enganados para sempre. Com a convivência vem a análise profunda e natural dos atos de alguém no dia a dia, o que nos leva a desenharmos mentalmente todas as características dessa pessoa, inclusive com detalhes psicológicos que possam fazer com que em alguns momentos essa pessoa encontre-se em situações com alto risco de proferir mentiras, ser dissimulado ou ainda agir com fingimento.  Finalmente, com o conhecimento de causa se pode, dentre outras coisas, definir o caráter de alguém de acordo com as atitudes tomadas por ele em situações extremas.
Portanto, cuidado! Se aí pertinho tiver uma pessoa experiente, que convive com você o bastante para te conhecer e conhecer suas intenções nas mais variadas circunstâncias, seu plano de representar, forjar, dissimular, mentir ou fingir, escondido sob a falsa capa da moralidade pode ser descoberto e pior do que falar a verdade, embora tal atitude implique em perda considerável do grau de admiração das pessoas por você é ser desmascarado publicamente.
Por outro lado, se suas intenções forem verdadeiras, sua conduta não apenas aparentar ser digna de honra, mas o for em sua essência, não tenha medo de enfrentar as dificuldades dessa vida, não tenha medo das especulações, do que vão falar através de sites de relacionamentos, torpedos, cartas, bilhetes, e-mails ou pessoalmente, afinal, atos de bondade e solidariedade valem muito mais do que a desconfiança ou a hipocrisia de quem chama os outros de hipócritas.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

A CARTA


          Escrever cartas é uma arte. Mais do que mandar um e-mail, enviar um torpedo, postar um texto em algum site, ou utilizar  qualquer outro meio moderno, esta arte define muito do caráter do escritor, que precisa ter domínio sobre regras de escrita, valorização do subjetivo, exposição de sentimentos dinâmicos por meio do estático, dentre outros aspectos.
          Através de uma carta se pode expressar os mais genuínos desejos guardados no peito, escrevendo muitas vezes à mão, solicitando, expondo, relembrando, rotulando, justificando, propondo, projetando e muitos outros gerúndios, mas, pessoalmente, sou fã de cartas de amor, de reconciliação ou de reconhecimento, ao passo em que detesto cartas de despedidas.
         Nesta quinta-feira, uma carta de despedida chegou ao conhecimento do povo brasileiro, aos “puros” e aos “impuros”. Era a carta de Wellington Menezes de Oliveira, de apenas 23 anos, que disparou na escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro, quase 60 tiros em duas salas no primeiro andar da escola.
         Infelizmente muitos desses tiros encontraram o endereço planejado pelo assassino, que em poucos minutos marcou para sempre a história do nosso país, fazendo de um lugar de construção do conhecimento, um palco de massacre e terror sem precedentes na nossa história.
         Eu, como professor e pai, não deixei de chorar ao ver consternado as cenas de selvageria e falta de Deus, na televisão, ontem. Cerca de 400 alunos estavam assistindo aula tranquilamente, como de costume, quando a barbárie começou a acontecer no colégio. Ao todo, entre mortos e feridos, mais de 20 adolescentes entre 13 e 14 anos, preferencialmente meninas, foram alvejados sem piedade, enquanto o assassino ria, ouvindo os pedidos de clemência, sem nada alterar seu objetivo de morte.
          Em sua mochila foi encontrada uma carta de despedida, seu conteúdo estava recheado de expressões como “Deus”, “puro”, “perdão”, etc. e eu fico a me perguntar: Como alguém com tamanha crueldade pode usar tantas expressões comumente associadas a vida e a fé? Como alguém pode premeditar não apenas a sua morte, mas sentenciar tantos a igual destino e ainda pedir para que alguém ore em seu túmulo, pedindo perdão para sua alma atribulada? Como alguém se julga no direito de fazer exigências inclusive ao manuseio do seu corpo com cuidado e “pureza”, se não houve nem sequer uma gota de clemência em seus atos?
          Leia  a seguir a carta escrita à mão por Wellington na íntegra:

“Primeiramente deverão saber que os impuros não poderão me tocar sem luvas, somente os castos ou os que perderam suas castidades após o casamento e não se envolveram em adultério poderão me tocar sem usar luvas, ou seja, nenhum fornicador ou adúltero poderá ter um contato direto comigo, nem nada que seja impuro poderá tocar em meu sangue, nenhum impuro pode ter contato direto com um virgem sem sua permissão, os que cuidarem de meu sepultamento deverão retirar toda a minha vestimenta, me banhar, me secar e me envolver totalmente despido em um lençol branco que está neste prédio, em uma bolsa que deixei na primeira sala do primeiro andar, após me envolverem neste lençol poderão me colocar em meu caixão. Se possível, quero ser sepultado ao lado da sepultura onde minha mãe dorme. Minha mãe se chama Dicéa Menezes de Oliveira e está sepultada no cemitério Murundu. Preciso de visita de um fiel seguidor de Deus em minha sepultura pelo menos uma vez, preciso que ele ore diante de minha sepultura pedindo o perdão de Deus pelo o que eu fiz rogando para que na sua vinda Jesus me desperte do sono da morte para a vida eterna.

Eu deixei uma casa em Sepetiba da qual nenhum familiar precisa, existem instituições pobres, financiadas por pessoas generosas que cuidam de animais abandonados, eu quero que esse espaço onde eu passei meus últimos meses seja doado a uma dessas instituições, pois os animais são seres muito desprezados e precisam muito mais de proteção e carinho do que os seres humanos que possuem a vantagem de poder se comunicar, trabalhar para se alimentarem, por isso, os que se apropriarem de minha casa, eu peço por favor que tenham bom senso e cumpram o meu pedido, por cumprindo o meu pedido, automaticamente estarão cumprindo a vontade dos pais que desejavam passar esse imóvel para meu nome e todos sabem disso, senão cumprirem meu pedido, automaticamente estarão desrespeitando a vontade dos pais, o que prova que vocês não tem nenhuma consideração pelos nossos pais que já dormem, eu acredito que todos vocês tenham alguma consideração pelos nossos pais, provem isso fazendo o que eu pedi.’’

            Avaliando isoladamente o conteúdo dessa carta, não dá pra se fazer um diagnóstico do atirador. Segundo o psiquiatra forense Marcos Gebara, o assassino estava sob um “surto psicótico paranoide delirante alucinatório” como se Wellington estivesse incumbido de uma missão e assim a cumpriu, fazendo com que esse triste acontecimento tomasse conta do noticiário mundial.
                É triste saber que na casa de tantas famílias as lágrimas de dor e desespero vão durar pela vida inteira, saber que tantas armas continuam facilmente a disposição de sociopatas que talvez nem saibam ainda que o são, saber que mesmo em ambientes saudáveis e conhecidos pela tranquilidade e paz estejam na mira de doentes, cujo tratamento possivelmente não existe, saber que pelo menos dessa vez, uma carta de despedida escrita pelas vítimas seria tão bem vinda...
                É... dói muito saber que não voltarão mais pra casa, que o único que teve tempo de escrever uma carta de despedida não era um artista das palavras, dominador das missivas e epistolas, mas alguém que agora faz parte da história de tantos “brasileirinhos que foram retirados tão cedo da vida” por ele mesmo. Até que ponto a maldade humana vai continuar imperando em nossa sociedade? Como evitar atos como esse? Como evitar a sociopatia, os distúrbios psicológicos e os desvios de conduta?  Quando estaremos livres de assassinos  como esse? Será que um dia a humanidade estará apta a reescrever uma nova carta valorizando a vida, o amor e a liberdade?


sexta-feira, 1 de abril de 2011

SOBRE A MENTIRA

Mentir descaradamente é considerada uma atitude repulsiva por boa parte dos seres humanos; compulsivamente, é abominável; repetidamente é inadmissível, porém, mesmo com tantos maus adjetivos, tal atitude é considerada agradável, desde que seja proferida por uma boa causa. Por uma boa causa? Como algo tão devastador pode ser considerado em determinados momentos como algo bom ou digno da aceitação social?
“Eu não merecia ser enganada assim!” Diz a mulher ao descobrir que seu casamento sempre foi uma mentira. “Como você pôde fazer isso comigo?” indaga alguém no instante em que encontra-se diante do improvável. “Até pra mim você mentiu?” questiona este que acreditava estar numa redoma de proteção ante ao conhecido mentiroso. “Não minta pra mim!” brada a mãe ao ouvir aquilo que considera ultrajante por parte do filho.
A psiquiatria atual muitas vezes não consegue resolver essa que é uma das questões mais intrigantes na história da humanidade: a mentira. Note que não mencionei ainda nenhum mestre na arte de mentir como os políticos, por exemplo, que mentem institucionalmente e que por mais que critiquemos, sempre acabamos por acreditar em algumas de suas lindas e falsas palavras, mas com peso de verdades (só não são verdades porque temos noção plena de que não cumprirão o que prometeram, mas pelo menos nos deram um vislumbre fabuloso de uma realidade alternativa que adoraríamos que fosse real).
A forma curiosa como a humanidade trata desse tema nem de longe deixa transparecer a influência avassaladora da mentira. Trata-se de um verdadeiro fenômeno social que envolve direta ou indiretamente conveniência, conivência, boa convivência, estratégia de sucesso, planos políticos, ascensão, status, obtenção de crédito ou qualquer outra coisa indevida, etc. Por outro lado, perde-se tudo o que se podia conquistar com a mentira pelo simples fato de estar do lado da veracidade. É como se o ato de mentir estivesse intimamente relacionado ao oposto de falar a verdade e não o é. Mentir remete o sujeito a arte de enganar para obter vantagens próprias, não acontece necessariamente o contrário se o mesmo falar a verdade.
É importante que se atente para o fato de que a mentira sempre estará associada ao prejuízo de alguém, seja de quem foi enganado(a) seja  de        quem estava enganando. É mister ainda que se note a intencionalidade do mentiroso, tendo em vista que é muito mais pertinente analisar a mentira proferida por este aspecto, do que pelo ato em si.
É evidente que a arte de contar histórias criadas não está ligada a mentira, já que criação, invenção, confabulação e fantasia não são necessariamente sinônimos da dita cuja. Como dizia Mário Quintana, "A mentira é uma verdade que se esqueceu de acontecer." Quando esta afirmação fica clara diante do que foi inventado, a invenção não pode ser classificada como mentira.
Um dos problemas mais graves da mentira é a tentativa de mostrar ao mundo o que as pessoas não são ou não tem. Na maioria das vezes são levadas pela insegurança e pela falta de autonomia a buscarem suplantar o medo de serem rejeitados com criações fantásticas. Simplesmente constroem suas vidas e relações com histórias impressionantes que precisarão constantemente de reparos e de futuras mentiras que as estabeleçam como verdades incontestáveis.
       Portanto, se seu objetivo é agir com falsidade, com o objetivo de enganar, deturpar, denegrir, comprometer ou diminuir alguém, destruir, ameaçar, fazer alguém acreditar no que não existe, mesmo sabendo que você estará sempre correndo o risco de ser descoberto, mas acreditando que vale a pena em virtude das vantagens que obterá com o uso da mentira, PARABÉNS! Esse dia é seu!
        FELIZ DIA DA MENTIRA!

MUITO IMPORTANTE

           "De acordo com os dados mais recentes do DataSUS, do Ministério da Saúde, referentes a 2018, o País apresenta por dia ...

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