sexta-feira, 29 de novembro de 2013

A ÚLTIMA QUE MORRE

     Receber visitas inesperadas é sempre algo que mexe com nossas emoções. Pode ser que quem apareça em nossa casa seja um amigo ou parente que nunca mais tínhamos visto, ou um cobrador inconformado com a nossa demora no pagamento daquela conta, ou ainda um vendedor ambulante desesperado pra fazer sua primeira venda no dia, mesmo que às cinco da tarde, pode ser o agente comunitário de saúde pra nos dar uma bronca porque a vacina das meninas não foi dada, quem sabe o carteiro trazendo aquela encomenda esperada a tantos dias, ou um pedinte esfomeado...Essa semana recebi a visita de um bichinho, que mais representativo que ele não existe. Em uma semana de tantas lutas e dificuldades, nada melhor que ser visitado por uma esperança! Alguém poderia dizer: "Um inseto? Eca! Mata!" Diante disso eu me questiono: Quem disse que a esperança é a última que morre? Ela não precisa morrer! Enquanto deixarmos que ela de maneira absolutamente livre nos visite, ainda haverá razão pra viver. Aquela visita em uma noite em que o cansaço me absorvia por completo, me deixou essa lição: Enquanto houver esperança, haverá vida...! 

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