terça-feira, 31 de janeiro de 2017

APENAS CÉTICO


Não acredito que alguém possa matar uma outra pessoa apenas para não ser prejudicado por ela. Acho leviano que se possa insinuar teoria da conspiração, levantando hipóteses mirabolantes como envenenamento, sabotagem ou queima de arquivo cada tragédia ou acidente que claramente evidenciam que acasos acontecem, embora saibamos que em menos de 30 anos foram mortos mais de 72 políticos brasileiros.
Estamos todos sujeitos a nos envolver com algum tipo de informação que comprometa nossa integridade física, mas isso não quer dizer que vá acontecer. Vivemos em uma sociedade livre, cuja liberdade de expressão é assegurada pela nossa constituição, tão defendida nos últimos dias... Não. Não acredito que planos foram elaborados para dar cabo da vida de nenhum dos presidentes, presidenciáveis, políticos, grandes empresários ou famosos que a perderam no Brasil, com certeza por pura fatalidade. Afinal, os brasileiros não são tão maus assim, podemos ser céticos, ingênuos, ignorantes, cegos, surdos e mudos, mas não conspiradores!
Apenas recapitulando, como amostragem:
Getúlio Vargas - É considerado um dos presidentes mais importantes da história do Brasil. Em 1930, ele se tornou chefe de um Governo Provisório, após a Revolução de 30. Depois, foi escolhido como Presidente da República em 1934. No dia 23 de agosto de 1954, seu ministros o aconselharam a se licenciar da presidência. Na madrugada do dia 24, Getúlio Vargas deu um tiro no próprio coração. 
João Goulart - O presidente Goulart, ou Jango, foi deposto pelos militares em 1964. Morreu 12 anos depois no exílio. Sua autópsia afirma que ele morreu de um ataque cardíaco.
Juscelino Kubitschek - O governo de Juscelino, de 56 a 61, foi muito popular. Suas ações permitiram que o Brasil vivesse um período de desenvolvimento econômico (às custas de um aumento significativo nas dívidas públicas e externas), estabilidade política e grandes obras – incluindo a construção de Brasília. No dia 22 de agosto de 1976, ele morreu num acidente de carro na Rodovia Presidente Dutra. 
Tancredo Neves - Durante o Regime Militar, Tancredo Neves exerceu uma oposição moderada, o que garantiu que ele não fosse exilado. Dias antes de sua posse, ele foi internado no hospital com problemas intestinais. Neves morreu pouco mais de um mês depois, no dia 21 de abril de 1985, de complicações pós-operatórias. 
Ulysses Guimarães - Lutou pela redemocratização do país na época da ditadura e, mais tarde, teve papel fundamental na criação da Constituição Brasileira de 1988. No dia 12 de outubro de1992, o helicóptero que levava Ulysses Guimarães, sua esposa, o ex-senador Severo Gomes e a mulher, sofreu um acidente e caiu em Angra dos Reis.
Eduardo Campos - O candidato socialista, que atuou como governador de Pernambuco, desertou do governo Dilma Rousseff e se apresentou como uma alternativa liberal ao Partido dos Trabalhadores. Em 13 de agosto de 2014, um jato que transportava o então candidato à presidência, caiu em Santos.
Teori Zavascki - O ministro de 68 anos, relator dos casos relacionados à operação Lava Jato no STF (Supremo Tribunal Federal), até dezembro, havia julgado 102 ações cautelares ajuizadas pelo Ministério Público Federal, entre pedidos de prisões preventivas, buscas e apreensões, além de quebras de sigilo bancário, fiscal ou telefônico. Morreu no dia 19 de janeiro de 2017, quando interrompia as férias para dar continuidade nas investigações que prometiam ser o “fim do mundo” para muitos políticos brasileiros, em um acidente de avião ocorrido no litoral sul do Estado do Rio de Janeiro. 

Fontes:

MUITO IMPORTANTE

           "De acordo com os dados mais recentes do DataSUS, do Ministério da Saúde, referentes a 2018, o País apresenta por dia ...

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