Olho para além das janelas do óbvio e vislumbro o acaso...
Não desejo continuar mirando a silhueta das decisões efêmeras, mas contundentes. Prefiro abraçar a subjetividade das escolhas inusitadas.
Adoro sorrir um sorriso amarelo, porém com propostas multicores pelo amanhecer.
Anseio acordar desejando viver o sonho, ao invés de dormir antevendo o desastre do atraso na concretização do que ainda virá sob o travesseiro, ao longo da noite.
Gosto de antecipar os maus momentos para livrar-me logo deles.
Prefiro lamber o suor do esforço e sentir o sabor das conquistas, a deliciar-me do doce mel das desilusões.
Que os dissabores sejam meu constante trunfo na aquisição da maturidade e que os prazeres futuros oriundos das experiências alcançadas sejam constantes.
Que sejam repetitivas as frustrações, mas que tragam lições e me deixem mais criterioso.
Que a luz no fim do túnel continue lá e que eu continue a lutar para alcançá-la, mesmo sabendo que meu objetivo é o percurso, não a chegada.

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