sábado, 16 de março de 2013

1958


           1958 foi um ano de grandes transformações sócio políticas no Brasil e no mundo. Foi um ano em que William Higinbotham lançou "Tennis for Two", primeiro jogo eletrônico do mundo que simulava uma partida de tênis entre dois jogadores, um marco no mundo dos jogos. Em 29 de julho foi fundada a NASA nos Estados Unidos, grande empresa desbravadora do universo. No mês seguinte nasciam o rei e a rainha do pop, Michael Jackson e Madonna. Ainda nasceram neste ano, grandes astros e estrelas que até hoje destacam-se no mundo das celebridades, como Sharon Stone, Maitê Proença, Linda Fiorentino, Pedro Bial, Edson Celulari, Alec Baldwin, Michelle Pfeiffer, Kevin Bacon, Jamie Lee Curtis, entre muitos outros. 
     O mundo da literatura recebeu também um forte incentivo para seu crescimento neste ano, com a publicação do livro Gabriela, Cravo e Canela, de Jorge Amado, pela Livraria Martins Editora, São Paulo. Enquanto isso, Rachel de Queiroz ganhava merecidamente o Prêmio Machado de Assis, selando uma época de ouro na literatura nacional. 
     Neste ano, o Brasil sagrou-se pela primeira vez campeão do mundo na Copa da Suécia, vencendo a anfitriã por 5X2, confirmando que no mundo da bola uma nova seleção destacava-se por seu belo futebol, com ótimas perspectivas de novos títulos. Um menino chamado Pelé colocava pela primeira vez a coroa de rei do futebol, para nunca mais tirar. 
     Se existia um período nostálgico para ser vivido, era o finzinho dos anos 50, década que se fosse possível, eu gostaria de visitar, numa fantástica viagem no tempo. Poder ouvir grandes sucessos da música sendo lançados nacional e internacionalmente, como Fascinação, de Gilberto Alves; Escultura, de Nelson Gonçalves; The Playings Around The World, de Victor Young; ou ainda Chega de Saudade, de João Gilberto... 
     Mas o que na realidade eu gostaria de ouvir mesmo em 1958, mais precisamente no dia 16 de março, era o choro de um bebê que estava nascendo nesse dia e que marcaria pra sempre minha vida... O choro era do pequenino Ivanildo Barbosa, ou simplesmente Nilsinho, meu pai. Hoje completaria 55 anos. Enfim, 1958 é uma data para ser lembrada. 2005 é uma data para ser esquecida.

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