O
Brasil perdeu hoje um dos maiores talentos da teledramaturgia mundial: José
Wilker. No ano em que completaria 49 primaveras a disposição do mundo das artes,
ele se foi.
Quantos momentos de emoção passamos juntos,
quantas risadas dividimos, quantas lágrimas derramadas ao assistirmos as suas
brilhantes atuações na telinha, tudo encerrado em circunstância do único mal
irremediável com a qual impreterivelmente todos nos encontraremos um dia: A
morte.
Com
seu estilo diferenciado e seu enorme talento, conquistava o público,
independente se fazia o papel de mocinho ou de bandido. Dono de notável
inteligência e cultura desenvolveu os trabalhos de ator e diretor com maestria.
Expressões
como “felomenal”, “É justo, muito justo, justíssimo”, “Vem pra cá, que eu quero
te usar!”, "O tempo ruge e a Sapucaí é grande!" ficarão para sempre registradas nas lembranças do povo brasileiro que
admirava esse grande homem, ótimo profissional e que diminuirá, com a sua
triste e prematura partida, a qualidade dos trabalhos na TV nacional.
Uma
pena sabermos que ficaram para trás grandes
personagens, que embora encerradas as suas histórias nas novelas e filmes, continuavam
bem vivos no nosso imaginário: Coronel Jesuíno (Gabriela), Vadinho (Dona Flor e
seus dois maridos), Giovanni Improtta (Senhora do Destino), Roque Duarte (Roque
Santeiro), dentre outros, eternizaram-se com a morte de quem lhes deu vida.
Nossos aplausos a este grande ator (um dos
maiores de todos os tempos) e nossa tristeza por tão irreparável perda...
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