Os anos 80 , com toda a sua nostalgia, tornou-se marcante
pela música, pelas Diretas Já, pela Constituição, pelo Halley, pelos
brinquedos, filmes, séries e novelas, pela liberdade de expressão, pelas
conquistas esportivas, pelas artes...
Mas o destaque maior deu o ar da graça no comecinho da
década, mais precisamente no dia 31 de maio de 1980, quando pela primeira vez o
mundo pôde ouvir o chorinho de Iviana. De lá pra cá, muito ela se fez ouvir,
mas pelo seu sorriso contagiante, sua animação que eleva quem se aproxima dela,
seu espírito altruísta e altivo, que monopoliza os holofotes.
Iviana é tudo aquilo que o poeta menciona, ao declarar
sobre o mês de maio: “Eu nada te peço a ti, tarde de maio, senão que continues,
no tempo e fora dele, irreversível.” Drummond e eu possuímos pensamentos
convergentes, quando analisamos a possível irreversibilidade dos mistérios do
entardecer do mês de maio. Os mistérios de Iviana, que insisto em estudá-los
diariamente...
Seus encantos me fascinam, sua aura de ingenuidade
maliciosa penetra os recônditos do meu coração e grita silenciosamente que me quer
cada vez mais. Como não amá-la? Como não desejar estar sempre pertinho dela?
Como não perceber o quanto sou uma pessoa melhor depois que a conheci?
O brilho dos seus passos na passarela da vida ilumina o
caminhar dos simples mortais que a acompanham durante essas quase quatro
décadas! Não há como negar sua inteligência, criatividade e otimismo perenes!
Não há como descrever sua imensa capacidade de crescimento em meio às
dificuldades ou sua percepção para ler as pessoas...
“Ah, se ela soubesse
Que quando ela passa
O mundo sorrindo se enche de graça
E fica mais lindo
Por causa do amor”
Que quando ela passa
O mundo sorrindo se enche de graça
E fica mais lindo
Por causa do amor”
É por essas e outras que a amo...
Iviana, 37 anos amando e se deixando amar!
Nosso melhor presente!

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