Falar sobre a hipocrisia é um tanto quanto difícil. Não estou sendo hipócrita ao mencionar que todos nós, de uma forma ou de outra, em um ou em outro momento de nossas vidas já o fomos. Sei o quanto é difícil também reconhecer que a hipocrisia em determinadas circunstâncias já fez parte de nossa história e que continuará fazendo, dependendo da necessidade. Já dizia o Duque de La Rouchefoucauld, um dos maiores escritores moralistas do século XVII na França, que a "Hipocrisia é a homenagem que o vício presta à virtude." Bastante preciso fez de suas máximas e epigramas, um retrato de sua condição de pessimista, que buscava constantemente elevar sua baixa autoestima por meio de dissimulações e fingimentos manifestados com atos de bondade e compaixão. Não é a toa que sua obra influenciou outro grande nome da nossa história mundial: Friedrich Nietzsche.
Mas, afinal, o que nos faz distinguir um hipócrita de um não hipócrita? Eu diria que apenas três aspectos são suficientes para desconcertarmos um hipócrita: Tempo, convivência e conhecimento de causa. Com o tempo vem a experiência, a possibilidade de um considerável aumento da malícia, da perspicácia e da certeza de que não seremos enganados para sempre. Com a convivência vem a análise profunda e natural dos atos de alguém no dia a dia, o que nos leva a desenharmos mentalmente todas as características dessa pessoa, inclusive com detalhes psicológicos que possam fazer com que em alguns momentos essa pessoa encontre-se em situações com alto risco de proferir mentiras, ser dissimulado ou ainda agir com fingimento. Finalmente, com o conhecimento de causa se pode, dentre outras coisas, definir o caráter de alguém de acordo com as atitudes tomadas por ele em situações extremas.
Mas, afinal, o que nos faz distinguir um hipócrita de um não hipócrita? Eu diria que apenas três aspectos são suficientes para desconcertarmos um hipócrita: Tempo, convivência e conhecimento de causa. Com o tempo vem a experiência, a possibilidade de um considerável aumento da malícia, da perspicácia e da certeza de que não seremos enganados para sempre. Com a convivência vem a análise profunda e natural dos atos de alguém no dia a dia, o que nos leva a desenharmos mentalmente todas as características dessa pessoa, inclusive com detalhes psicológicos que possam fazer com que em alguns momentos essa pessoa encontre-se em situações com alto risco de proferir mentiras, ser dissimulado ou ainda agir com fingimento. Finalmente, com o conhecimento de causa se pode, dentre outras coisas, definir o caráter de alguém de acordo com as atitudes tomadas por ele em situações extremas.
Portanto, cuidado! Se aí pertinho tiver uma pessoa experiente, que convive com você o bastante para te conhecer e conhecer suas intenções nas mais variadas circunstâncias, seu plano de representar, forjar, dissimular, mentir ou fingir, escondido sob a falsa capa da moralidade pode ser descoberto e pior do que falar a verdade, embora tal atitude implique em perda considerável do grau de admiração das pessoas por você é ser desmascarado publicamente.
Por outro lado, se suas intenções forem verdadeiras, sua conduta não apenas aparentar ser digna de honra, mas o for em sua essência, não tenha medo de enfrentar as dificuldades dessa vida, não tenha medo das especulações, do que vão falar através de sites de relacionamentos, torpedos, cartas, bilhetes, e-mails ou pessoalmente, afinal, atos de bondade e solidariedade valem muito mais do que a desconfiança ou a hipocrisia de quem chama os outros de hipócritas.

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