E, lá se foi o menino, foi embora, foi tristinho,
Pensativo, foi sozinho, ninguém O acompanhou.
Havia ali muita festa, muita euforia, muito riso,
Muitas vozes, pouco siso, e, dEle, ninguém falou.
Pensativo, foi sozinho, ninguém O acompanhou.
Havia ali muita festa, muita euforia, muito riso,
Muitas vozes, pouco siso, e, dEle, ninguém falou.
Houve troca de presentes, e a noite já ia alta,
No entanto, ninguém deu por falta quando o menino saiu.
E, lá se foi o menino, saiu a pé, de mansinho,
Como dizem, de fininho, queria ficar, mas, partiu.
No entanto, ninguém deu por falta quando o menino saiu.
E, lá se foi o menino, saiu a pé, de mansinho,
Como dizem, de fininho, queria ficar, mas, partiu.
Uma criança da festa sentiu que faltava alguém,
Correu ao portão, porém, ninguém mais estava lá.
Mas, bem no final da rua, ele viu um animalzinho,
Um pequeno cordeirinho, se afastando devagar.
Correu ao portão, porém, ninguém mais estava lá.
Mas, bem no final da rua, ele viu um animalzinho,
Um pequeno cordeirinho, se afastando devagar.
Lembrou da história que ouvira, sobre o Cordeiro de Deus,
Que tinha vindo dos Céus pra salvar a humanidade.
Será que Ele estava mesmo naquela festa ruidosa,
Cheia de gente formosa, esbanjando felicidade?
Que tinha vindo dos Céus pra salvar a humanidade.
Será que Ele estava mesmo naquela festa ruidosa,
Cheia de gente formosa, esbanjando felicidade?
A criança, então, ficou triste, queria ter visto o menino,
Brincar com Ele bastante, com Ele pular e correr.
Quem sabe, no próximo ano, Ele virá novamente,
Tudo poderá ser diferente, haverá amor, bem-querer.
Brincar com Ele bastante, com Ele pular e correr.
Quem sabe, no próximo ano, Ele virá novamente,
Tudo poderá ser diferente, haverá amor, bem-querer.
(Por:
Mário Jorge Lima)

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