segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

INIMIGO MEU?

   
   Assistindo novamente a obra "Inimigo meu", filme americano de ficção científica lançado mundialmente há 30 anos, em 20 de dezembro de 1985, pude refletir sobre como somos preconceituosos com quem pensa diferente de nós.

    A guerra estava deflagrada entre humanos e dracs no fim do século XXI e em meio a esse conflito cósmico, após a queda das duas naves dos protagonistas do filme, os dois são obrigados a viverem juntos em um planeta inóspito e repleto de perigos naturais, onde aprendem a língua um do outro, a cultura, costumes e crenças das duas raças.

    É no instante em que nasce um bebê draquiano, sem nenhum conhecimento do antagonismo existente entre os dois povos que a reflexão nos leva a um caminho sem volta: Por que não investir nas crianças para erradicarmos o preconceito e a discriminação? Por que não levá-las a vivenciarem aspectos, culturas e costumes típicos dos que são diferentes de nós?

   Minha filha mais velha certa vez viu uma mulher com deficiência e se compadeceu dela, soltou a mão da mãe e indo ao encontro daquela senhora disse uma frase que nunca mais foi esquecida por ela: "A senhora é tão bonita!"

    Assim deviam ser nossas relações com o diferente: Ver beleza e graça naquilo que é oposto a nós pelo simples fato de que somamos mais do que subtraímos com esse contato imediato de primeiríssimo grau.  

Um comentário:

  1. Perfeita essa colocação, seria muito bom que os pais e a sociedade com o um todo, fazer um trabalho contra a discriminação ainda na infância, nessa fase os valores inculcados nas crianças permaneceram até a idade adulta.

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