A verdade matemática e evidente – embora o evidente nem sempre seja notado – é que na vida, tudo é competitividade e que nos embates diários um sempre tem de perder. Vá lá, ponderando que muitas pessoas vem a esse mundo a passeio, então há muitas derrotas que nem sequer são percebidas, mas a verdade continua sendo a mesma: só um ganha. É óbvio, é matemático. Mas assim mesmo sofremos a cada disputa perdida como se fosse um fato esdrúxulo, uma loucura, algo a ser esclarecido em tribunais de justiça. Não é. Perder, queiramos ou não, é mais comum que ganhar. Assim mesmo começam as teorias, as suposições, os “psicólogos” da vida dizendo o popular “Você tem um problema” e coisas do gênero. Sabiam nada, né…
Nesse desespero por uma explicação para algo que é matematicamente banal, já recebemos um monte de “certezas”. Senão vejamos:
“Se você falar isso dessa maneira, conquista a garota!”;
“Ao começar a entrevista procure agir desse modo...”;
“Quando estiver diante dele não baixe a guarda”;
“Não esqueça o que aprendeu hoje no concurso, quero ver seu nome nos jornais...”;
Obviamente que existem erros e acertos, existem condutas corretas e erradas, existem atitudes positivas ou não. Mas a verdade é que perder é mil vezes mais simples do que alguns querem que nos pareça. Sem tirar os méritos do vencedor, que mereceu ganhar; a verdade é que fulano de tal estava mais bem preparado para aquela disputa específica, seja ela do campo material, sentimental, filosófico, ou qualquer outro. A verdade é que, se o perdedor agisse diferente em um dado momento poderia ter vencido. E pronto. Muda tudo. O detalhe está no “se...”
Um dos momentos mais importantes em qualquer disputa é o pós-disputa. Por que não usamos mais as derrotas para amadurecer? Para tentar vencer na próxima, munidos de mais essa experiência? Esqueçamos as teses bobocas, os “culpados”, as desculpas capazes de nos redimir dos pecados e dores. Repito: há atitudes e decisões importantes, há experiências e lições, mas, no fundo no fundo, a vida é simples e, em grande parte, tudo o que acontece no dia-a-dia é propósito divino. Vitórias esperadas, derrotas evitadas. É por isso que nós a amamos tanto.
Nesse desespero por uma explicação para algo que é matematicamente banal, já recebemos um monte de “certezas”. Senão vejamos:
“Se você falar isso dessa maneira, conquista a garota!”;
“Ao começar a entrevista procure agir desse modo...”;
“Quando estiver diante dele não baixe a guarda”;
“Não esqueça o que aprendeu hoje no concurso, quero ver seu nome nos jornais...”;
Obviamente que existem erros e acertos, existem condutas corretas e erradas, existem atitudes positivas ou não. Mas a verdade é que perder é mil vezes mais simples do que alguns querem que nos pareça. Sem tirar os méritos do vencedor, que mereceu ganhar; a verdade é que fulano de tal estava mais bem preparado para aquela disputa específica, seja ela do campo material, sentimental, filosófico, ou qualquer outro. A verdade é que, se o perdedor agisse diferente em um dado momento poderia ter vencido. E pronto. Muda tudo. O detalhe está no “se...”
Um dos momentos mais importantes em qualquer disputa é o pós-disputa. Por que não usamos mais as derrotas para amadurecer? Para tentar vencer na próxima, munidos de mais essa experiência? Esqueçamos as teses bobocas, os “culpados”, as desculpas capazes de nos redimir dos pecados e dores. Repito: há atitudes e decisões importantes, há experiências e lições, mas, no fundo no fundo, a vida é simples e, em grande parte, tudo o que acontece no dia-a-dia é propósito divino. Vitórias esperadas, derrotas evitadas. É por isso que nós a amamos tanto.
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